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14 de fevereiro de 2018

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Quando o dever nos retém em casa e o cinzento toma conta da cidade, agradecemos-lhe  o aconchego que ele traz cá para dentro... a definição de lar.

8 de fevereiro de 2018

...porta-chaves...

Sempre na senda do anti-desperdício, encontrei um outro destino a dar aos retalhinhos que por aqui vão ficando: porta-chaves.







7 de fevereiro de 2018

...em cima da minha mesa...


... bases feitas com pontas de outros trabalhos.

27 de janeiro de 2018

...branco no branco...


Para começar deverei escrever: "Como reduzir despesas sem pôr em causa a qualidade final do produto?" ou "No poupar é que está o ganho!" ou ainda "Nada se perde tudo se transforma." 
Na verdade desde criança que tenho o hábito de guardar cada pequeno pedaço de tecido ou de linhas como se fossem o meu maior bem, pois nem sempre tive ao meu dispor a "retrosaria" que hoje tenho em casa e a que recorro em qualquer dia da semana se me apetece inventar qualquer coisa. Aliado a este velho hábito surgiu o prazer de transformar aquilo que não tem serventia em algo útil; e verdade que fico radiante a olhar para o que me saiu das mãos (também me dou o gosto de me surpreender) e fico com a sensação de dever cumprido (se assim o posso dizer).

 Desta vez levei o reaproveitar ao máximo e com as aparas de linho destes corações fiz um que vai ficar comigo.


Os tecidos utilizados para forrar os corações (decorados com bordados e aparas) eram retalhos de cortinados, forro de uma saia, retalhos novos de camisas comprados numa feirinha  a crianças do ensino especial, aparas de seda e de cetim e o enchimento era de almofadas que decidi não colocar no lixo, porque um dia seria útil... e foi!

26 de janeiro de 2018

19 de janeiro de 2018