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2 de setembro de 2017

...ponte entre continentes - Islândia...

Dois continentes ligados por uma ponte (separação da placa euro-asiática e da placa norte-americana) serviram de inspiração para um rapaz criar uma brincadeira a que não se consegue resistir: ficar com a ponte em cima das mãos. 

1 de setembro de 2017

...Great Auk Memorial - Islândia...

Em Valahnúkur (península de Reykjanes) encontrei esta escultura de um auk, pássaro extinto graças aos colecionadores de aves raras; o último par visto na Islândia foi estrangulado a 3 de junho de 1844 a pedido de um comerciante. E assim é o ser humano, capaz de atos nobres e do seu oposto.








31 de agosto de 2017

...Parque Nacional Thingvellir - Islândia...



O Parque Nacional Thingvellir é um local histórico tendo sido declarado Património Mundial pela UNESCO em 2004. As condições acústicas do  desfiladeiro permitiram que os vikings formassem aqui aquele que pode ser considerado o 1.º parlamento europeu e em 1944 proclamou-se neste lugar a independência da Islândia (dependente da Dinamarca); no parque fica, atualmente, a residência oficial de verão do primeiro-ministro.






Ainda que culturalmente ligada à Europa, os traços geológicos do país não têm nada em comum com o continente europeu. Da separação da placa euro-asiática e da placa norte-americana resultou o desfiladeiro existente no parque, aqui ficamos geograficamente entre o Novo Mundo e o Antigo.




O parque é um lugar aprazível (ainda que tenhamos de esquecer o seu passado sombrio: lugar de execução de criminosos e onde eram afogadas mulheres julgadas por adultério); o lago Thingvallavatn é o segundo maior lago da Islândia (83 kms de comprimento).


30 de agosto de 2017

29 de agosto de 2017

...colar...



...para uma apreciadora de cor-de-rosa e de pérolas.

21 de agosto de 2017

...Gullfoss - Islândia...







Esta queda de água para além de gigantesca (32 metros e um caudal de 130 metros cúbicos por segundo) tem a ela associada a luta de uma mulher, Sigrídur Tómasdóttir. No início do século XX, um inglês quis comprar Gullfoss ao pai de Sigrídur para produzir eletricidade; ela opôs-se e lutou em tribunal para que tal não acontecesse, chegou a fazer várias vezes o percurso a pé (108,9 km) até Reiquiavique para defender a sua causa. Não venceu, contudo, o pai acabou por arrendar apenas o espaço e por falha de pagamento o contrato foi anulado antes de haver qualquer tipo de intervenção, além disso, a sua luta chamou a atenção para a necessidade de preservar a natureza. Na atualidade, Gullfoss é uma reserva natural, pertence ao estado islandês e pode ser visitada gratuitamente.