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16 de agosto de 2010

...Bibliotheca Alexandrina...


O edifício, com a forma de um cilindro inclinado, desperta a atenção, mas só quando entramos é que temos a noção da sua  grandiosidade e imponência: a sala principal é ocupada pela biblioteca e o solo é desnivelado lembrando  quilhas de navios. Pelo tecto entra luz e o reflexo do azul e verde do vidro; a forma de grandes pálpebras permite escoar a água pluvial e insonoriza o espaço mesmo quando a chuva é muita. As paredes são revestidas de um material acústico e , pasme-se, reina o maior dos silêncios numa biblioteca de vários pisos com utentes e visitas constantes.
Não apetecia sair desta grande floresta repleta de livros.



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