Fiz um saco para a mamã do Vasco e um Pontinhas para ele... assim vai crescendo a família dos amigos.
8 de abril de 2018
7 de abril de 2018
...passeio Além Tejo...
5 de abril de 2018
4 de abril de 2018
...ver para querer...
E como não há duas sem três, porque não experimentar outras formas de base?! Umas vou repetir e outras talvez não.
3 de abril de 2018
...dar a volta ao prego...
No dia em que fiz estas bases chovia torrencialmente, o dia estava baço...
Mas a chuva é uma dádiva que andou meses adiada!
Vamos então aliar-nos e fazer gotas/base... alguém há de sorrir ao vê-las em cima da mesa!
2 de abril de 2018
...bases...
Nestes últimos dias tenho feito o gosto à mão e ao pé: revirei os sacos dos retalhinhos e dei-lhe utilidade; foram transformados em bases.
28 de março de 2018
...dentro da caixa...
Num artigo que li recentemente na Visão são descritas as competências necessárias para as profissões do futuro (que não está assim tão distante!!!): "Resolução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, liderança de equipas, trabalho em equipa, capacidade de julgar e de tomar decisões, orientação para o cliente, capacidade de negociação, flexibilidade cognitiva."
Perante isto, será que estaremos a preparar as crianças nesse sentido? Isto porque cada vez há menos tempo, por exemplo, para nada fazer. Sim, no meu ponto de vista, imaginar e criar exigem disponibilidade física e mental. Ora se os horários de adultos e crianças estão preenchidos de segunda de manhã a domingo à noite, qual a margem de tempo para "pensar fora da caixa"?
Quantas vezes, por semana, olhamos para as minudências da nossa vida e usufruímos do simples prazer de as observar? Será isto meditar: Abrandar o ritmo e alhear-nos momentaneamente de toda e qualquer obrigação?
25 de março de 2018
...Viva Frida...
Para que serve um tecido se não houver a coragem de o cortar?
18 de março de 2018
...o tempo...
O que fazer com o tempo que não nos dá tempo para o tanto que projetamos ser e fazer?
Rodeemo-nos, então, de amigos e celebremos a vida vestindo com simplicidade a mesa e realçando as marcas que o tempo deixa.
14 de fevereiro de 2018
... ...
Quando o dever nos retém em casa e o cinzento toma conta da cidade, agradecemos-lhe o aconchego que ele traz cá para dentro... a definição de lar.
8 de fevereiro de 2018
...porta-chaves...
7 de fevereiro de 2018
27 de janeiro de 2018
...branco no branco...
Para começar deverei escrever: "Como reduzir despesas sem pôr em causa a qualidade final do produto?" ou "No poupar é que está o ganho!" ou ainda "Nada se perde tudo se transforma."
Na verdade desde criança que tenho o hábito de guardar cada pequeno pedaço de tecido ou de linhas como se fossem o meu maior bem, pois nem sempre tive ao meu dispor a "retrosaria" que hoje tenho em casa e a que recorro em qualquer dia da semana se me apetece inventar qualquer coisa. Aliado a este velho hábito surgiu o prazer de transformar aquilo que não tem serventia em algo útil; e verdade que fico radiante a olhar para o que me saiu das mãos (também me dou o gosto de me surpreender) e fico com a sensação de dever cumprido (se assim o posso dizer).
Desta vez levei o reaproveitar ao máximo e com as aparas de linho destes corações fiz um que vai ficar comigo.
Os tecidos utilizados para forrar os corações (decorados com bordados e aparas) eram retalhos de cortinados, forro de uma saia, retalhos novos de camisas comprados numa feirinha a crianças do ensino especial, aparas de seda e de cetim e o enchimento era de almofadas que decidi não colocar no lixo, porque um dia seria útil... e foi!
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