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27 de abril de 2017

...catos...




Os catos são uma planta surpreendente. Ainda que ignorados, por vezes regados apenas quando a chuva cai, nunca deixam de me surpreender sempre que decidem florir... nada pedem, contudo, tanto esplendor dão.

26 de abril de 2017

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...lágrimas do meu jardim...

24 de abril de 2017

...o meu jardim...


O meu jardim é minúsculo, mas já tenho alecrim, hortelã e louro para consumo da casa. 


4 de março de 2017

...pudim francês...


Como gosto de experimentar novas receitas, de vez em quando dou comigo a pensar: "Ena! Há tanto tempo que não como..."
O pudim francês foi uma redescoberta. Fácil e rápido de preparar! Uma hora a cozer em banho-maria e fica pronto a servir, há quem o prefira morno e quem goste dele frio. Eu gosto é de o comer!
Utilizo leite sem lactose e reduzo para metade a quantidade de açúcar.

24 de fevereiro de 2017

...os olhos da minha lente...


Gosto de ver o mundo através da lente... procuro pequenos apontamentos, aquilo a que por vezes não ligo senão quando o procuro; a lente tem a capacidade de engrandecer a própria decadência, a flor que murcha, o insignificante, o invisível no corrupio do dia-a-dia.
Dias vividos entre quatro paredes, e em que o tempo me presenteia com um ritmo que procuro e ao qual o acesso me é frequentemente negado, podem ser bem prazenteiros; pois tal como Robert Doisneau dizia,  a verdade é que o simples ato de fotografar pode proporcionar uma sensação de bem-estar que apetece partilhar. Ainda que ele o tenha dito em relação ao deambular pelas ruas para fotografar o imprevisto, na verdade em nossas casas o inesperado também existe na sombra projetada na parede, na visão súbita de um objeto em que nunca tinha reparado daquele prisma. Fotografar e partilhar também pode ser o essencial e este por vezes varia.
"Il est des jours où l'on ressent le simple fait de voir comme un véritable bonheur. On se sent si riche qu'il vous vient l'envie de partager avec les autres une trop grande jubilation."

27 de janeiro de 2017

...27 de janeiro...






Hoje comemoro a vida, o azul, a luz que surgiu agora mesmo no céu negro que vejo através da janela... aniversários que comemoramos mesmo na ausência do aniversariante... e esta será certamente a melhor homenagem.

21 de dezembro de 2016

...solstício de inverno...

Hoje é o menor dia do ano... ao olhar para estas fotos da semana passada ocorreu-me que o jantar poderia ter sido hoje já que  a escuridão irá ser derrotada pela luz e os dias começarão  a crescer... mas, enquanto isso não se faz notar, comemoro  a chegada do inverno para depois saborear a primavera que será certamente muito desejada.







10 de janeiro de 2016

...é muito fácil...

"É muito fácil!" Esta é a frase que todos nós utilizamos quando queremos ensinar a fazer algo que nós executamos com a maior das facilidades... 
Ontem, decidi fazer leite creme (uma das minhas sobremesas favoritas) que raramente faço, pois nunca fico satisfeita com o resultado. Felizmente tenho amigos que o fazem muito bem e esta é daquelas coisas que até no restaurante, frequentemente, me sabe melhor do que quando é feito por mim.
Hoje segui uma receita com leite sem lactose e no final decidi utilizar pela primeira vez o ferro para queimar o açúcar. Felizmente tinha o detetor de incêndios na cozinha desligado!!! Quando vejo os outros fazer, parece-me tão fácil... a dada altura já nem sabia se devia deitar tudo fora (inclusive o ferro que não parava de largar fumo!!!). Chovia torrencialmente  e eu de janela aberta a apanhar ar... minha nossa! Acho que vou guardar outra vez o ferro e pedir a alguém que me faça leite creme daquele que sabe mesmo bem e que é feito por quem diz que é muito fácil! 
Proponho uma troca: leite creme por um taleigo muito fácil de fazer.
No final ficou assim com este ar chamuscado.

31 de dezembro de 2015

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Desejo a todos um novo ano igual ao que para mim anseio: repleto de projetos que me façam sorrir, de momentos de pausa para  olhar o céu azul e pensar que é bom estar aqui, viver.

17 de julho de 2015

...viajar...

Há viagens que não terminam e que começam muito antes de serem feitas. Assim tem sido o meu périplo pela Turquia.
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De manhã gosto de ligar o computador e de dar uma olhadela pelo que vai acontecendo por esse mundo fora; começo pelo email... hoje fui parar a Martha Medeiros (que eu não conhecia) através do Alancha, ao qual cheguei vinda do Rurk Aski,  a Minha Turquia. Pelo caminho encontrei Pablo Neruda, Borges e  Gabriel García Márquez.

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"O Tribunal de Contas (TdC) considera que o aumento dos descontos para a ADSE foi "excessivo", não tem suporte em estudos e que, em 2015, bastaria uma contribuiçõa de 2,1% para que os custos com os cuidados de saúde prestados fossem integralmente financiados pelos beneficiários. E mesmo que houvesse necessidade de garantir um excedente de segurança, os trabalhadores da função pública e aposentados do estado teriam apenas de descontar 2, 25% dos seus salários ou pensões, uma percentagem bastante inferior aos 3,5% exigidos atualmente... A prova de que a subida da taxa de desconto para 3,5% foi excessiva é o excedente de 138,9 milhões da ADSE, verificado em 2014, e de 89,4 milhões de euros, previsto para 2015.
O problema, nota o TdC, é que este excedente está a ser usado em proveito do Estado, servindo “apenas objectivos de consolidação orçamental do Estado”. É que a entidade que gere a ADSE “tem uma propriedade muito limitada sobre os excedentes gerados (…) visto não os poder utilizar livremente, seja no financiamento da despesa de saúde ou na obtenção de uma remuneração pela subscrição de aplicações financeiras ou, eventualmente, pela aplicação noutros investimentos”. “Pelo contrário”, refere-se no relatório, “é o Estado quem tem beneficiado da utilização desses excedentes, provenientes dos quotizados da ADSE, a uma taxa de 0%, isto é, sem qualquer remuneração paga à ADSE”. in Público 17/07/2015
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No jornal encontrei novamente Martha Medeiros, sem haver referência direta a nada que seja seu, mas o que me ocorreu, após a leitura daquela notícia foi:" um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população... evitemos a morte em suaves porções..."
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"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru  e seu parceiro diário.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. 
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções..."
Martha Medeiros (Texto com supressões)
Aqui o texto original


17 de junho de 2015

...13 de junho...



No dia de S. António houve sardinhas e mangerico em cima da mesa e do bolo... Os 89 anos da minha mãe levaram-me a uma pequena retrosaria em busca de uma camisola de malha... Quando é que aquilo que deveria ser a regra passou a ser exceção? Isto tudo para dizer o quão espantada fico quando vejo na roupa  "Fabricado em Portugal".

1 de junho de 2015

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 ... junho????? ...o que aconteceu  a maio, abril, março, fevereiro e janeiro?

18 de fevereiro de 2015

...Feliz é quem...





...encontra pela manhã presentes escondidos em casa!

29 de janeiro de 2015

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...em cima da minha mesa tenho agora a primavera e o outono...

25 de janeiro de 2015

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...em cima da minha mesa vive já a primavera no perfume dos jacintos...
 

18 de janeiro de 2015

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Vestígios de uma noite bem passada entre família e amigos.

14 de janeiro de 2015

...14 de janeiro...

Há dias assim, repletos de bons momentos... mas decidi selecionar a leitura deste post; fazer rir é bem difícil e fazer rir individualmente através da escrita ainda mais (é uma arte). Obrigada, Julieta, ou terei de agradecer ao Afonso?!
...o melhor do meu dia...

11 de janeiro de 2015

...pão branco sem glúten...


Hoje experimentei fazer pão branco (à base de farinha de arroz) e, tal como antes, prefiro o pão escuro, o de mistura, com sementes ou integral, o pão regional cozido em forno de lenha. Adoro pão e mais pão.

7 de janeiro de 2015

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...Dia de Reis...

O Pai Natal este ano andou ainda mais atarefado,  penso eu, e  no meio de tanta azáfama  pediu ajuda  aos Reis Magos que passaram ontem cá por casa. 
Em sua homenagem, em vez de desfazer a minha Árvore, cujas bolas vão caindo, decidi mantê-la até ao fim de janeiro, sabe bem olhá-la enquanto saboreio alguns presentes dos Reis. Obrigada.