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15 de agosto de 2017

... Porshofn - Islândia...

Desta pequena aldeia piscatória no Nordeste da ilha (Porshofn) guardarei na memória o restaurante Báran.  Excelente cozinha e bom serviço, contudo, é do espaço e do que nele encontrei que aqui venho falar: na área recreativa havia à disposição dos clientes cestos de lãs e agulhas! 
As mesas estavam forradas com folhas de livros, em cima de todas elas havia uma pequeno quadrado feito em croché que servia de base ao copo com a vela. Todos os quadrados eram diferentes e indiciavam ser feitos por mãos distintas e níveis de execução não menos variados. Aproveitei o tempo de confeção da refeição para experimentar a lã islandesa e fazer um quadrado. E assim, uma aldeia com menos de 400 habitantes e nada de especial a assinalar, deu a esta viagem um valor adicional, pois de pequenas experiências também  é feito o grande baú de recordações.









24 de maio de 2017

16 de maio de 2017

15 de maio de 2017

14 de maio de 2017

13 de maio de 2017

12 de maio de 2017

11 de maio de 2017

10 de maio de 2017

9 de maio de 2017

...colar...






Há várias coisas, além das conversas,  que são como as cerejas, vai do começar! Depois deste fiz mais um e mais outros que estão para mostrar.

8 de maio de 2017

...colar...






Tenho uma amiga que gosta muito de colares, de azul, de botões e de preto. Juntei tudo  num presente.

6 de maio de 2017

...presente de aniversário...



Ontem, ao mexer em sacos de botões encontrei um que tinha comprado há anos, o destinatário era uma amiga... finalmente chegou ao seu destino (ainda que num formato de pregadeira bem diferente daquela que inicialmente tinha pensado).

16 de abril de 2017

...o bom tempo ...



De vez em quando desafio-me a mim mesma, pois sei que dessa forma haverá obra feita visto que não aceito não chegar ao fim!
Ainda que só agora a tenha fotografada, terminei-a no mês passado. Muita improvisação ao sabor da vontade e do (pouco) domínio que tenho de técnicas de croché. O objetivo era divertir-me e ir por caminhos ainda não percorridos. E assim fiz.
Em retrospetiva, digo que o mais difícil foi mesmo a sessão fotográfica: em casa falta de espaço ou o flash que disparava, na rua excesso de sol.