Vou muitas vezes de férias sem sair cá do meu "bairro".
Comecei esta viagem por volta das 16.30. Atravessei Cedofeita de uma ponta à outra; pelo meio descobri uma nova loja de sabão feito com azeite e 0% de gordura animal.
Tirei fotos à montra de uma retrosaria (local de paragem obrigatória) e ao batente de uma porta.
Desci os Clérigos e, numa rua transversal, Conde de Vizela,comprei baetão e tecido no armazém de fazendas do senhor Oliveira.Passei pela Praça da Liberdade para ir lanchar a Santa Catarina (a Leitaria da Quinta do Paço estava apinhada de gente), mas ainda dei uma espreitadela pela porta da Lello.
Entrei na Fnac à procura de um livro e saí com outro que não procurava.
Eram 18.55, corri até à Casa Rocha para comprar um carrinho de linhas; à saída contemplei os azulejos recém restaurados da Capela das Almas. De regresso a casa, passei pelo Bolhão; mais à frente espreitei numa loja já fechada e a senhora amavelmente abriu-a, comprei um Dressmaker Pencil. Ao passar na Praça da República já estava escuro, mas pude ver pela primeira vez o nome da estátua Rapto de Ganimedes.
E neste momento parece-me oportuno citar uma das FRASES do filme:
"A felicidade só é real se for partilhada."
Não é a isto que se chama viajar?